| Marks & Spencer |
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“Na M&S nos concentramos no impacto que a produção de soja pode ter no meio ambiente e nas comunidades entre as quais se semeia” afirma Fiona Wheatley, Diretora de Desenvolvimento Sustentável da M&S Reino Unido. “É por isso que como parte do nosso “Plano A”, nosso plano de sustentabilidade de 180 pontos, comprometemo-nos a obter soja de fontes que não envolvam desmatamento, para o ano 2015”.
Embora possa parecer simples, em verdade é um grande desafio para qualquer organização do setor varejista. A soja chega às prateleiras dos supermercados numa grande variedade de produtos. “É o ingrediente presente na maior quantidade de produtos, tais como o leite de soja, o tofu e o molho de soja, mas com maior frequência representa uma pequena proporção da composição do produto”, explica Fiona. “A soja constitui um alimento alto em proteínas, e um componente comum no alimento para os animais, o que significa que é utilizada de forma indireta na produção de carne de aves, suína e bovina, bem como dos lacticínios e dos ovos.”
Frente a esta complexa situação, M&S se encontra na busca de soluções práticas e fáceis de implementar, e é aí quando a RTRS intervém. “Reconhecemos que não podemos fazê-lo pelos nossos próprios meios” afirma Fiona. “Precisamos trabalhar em conjunto com especialistas para encontrar as soluções certas. A RTRS constitui uma ferramenta efetiva para que possamos enfrentar múltiplos desafios. A M&S se tem comprometido a utilizar apenas soja não modificada geneticamente nos nossos produtos, e visto que a RTRS está desenvolvendo um módulo de tais características, encontramo-nos frente a uma maneira prática de cumprir com as expectativas dos nossos clientes quanto aos ingredientes não modificados geneticamente bem como à prevenção do desmatamento.”
A M&S é membro da RTRS desde o ano 2008 e considera que a natureza multi-stakeholder da RTRS constitui uma fortaleza real. “Acreditamos no fato de juntar os principais participantes da cadeia de abastecimento, isto é, os produtores, os distribuidores, os comerciantes e as ONGs, para discutir com vistas a uma solução favorável para todas as partes é um ato fundamental. Aceitamos que demanda um grande compromisso e leva tempo desenvolver um esquema que leve em consideração a ampla gama de indústrias e setores que utilizam a soja, mas o valor real constitui o potencial de cobrir a indústria em grande escala. Tomamos consciência de qualquer coisa que possa beneficiar embora seja minimamente, o meio ambiente e as comunidades.”
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